Artes Cênicas: O Segredo dos Investidores Inteligentes para Multiplicar Seu Dinheiro

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Olá, pessoal! Como vocês estão? Hoje quero conversar sobre algo que me deixou absolutamente fascinada nos últimos tempos: o investimento na arte performática.

Confesso que, no início, eu via o palco apenas como um lugar de magia, mas depois de mergulhar um pouco mais, percebi que por trás de cada espetáculo há um potencial incrível, tanto cultural quanto financeiro.

Em tempos de busca por experiências autênticas e um toque de inovação, o setor está florescendo, e quem se posicionar agora pode colher mais do que retorno financeiro – pode fazer parte de algo grandioso.

Já pensaram em como aliar a paixão pela cultura com um bom investimento? Abaixo, vamos explorar em detalhes como isso é possível!

Desvendando o Fascínio: Por Que a Arte Performática Atrai Investidores?

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O Charme Irresistível do Palco e o Potencial de Valorização

Gente, eu sei que para muitos, a ideia de investir em arte performática pode parecer, à primeira vista, um pouco fora da caixinha. Afinal, estamos acostumados com investimentos mais “tangíveis”, como imóveis ou ações.

Mas, na minha experiência, o encanto do palco vai muito além da emoção que sentimos ao assistir a um espetáculo. Há um valor intrínseco e, surpreendentemente, um potencial de valorização que tem atraído olhares cada vez mais atentos.

Eu mesma me vi imersa nesse universo depois de perceber que a cultura é um pilar fundamental da nossa sociedade, e que o investimento nela não é apenas um ato de filantropia, mas uma estratégia inteligente.

A arte performática, em particular, com sua capacidade de tocar a alma e gerar experiências únicas, tem um poder de engajamento que muitos outros setores invejam.

É um investimento na criatividade humana, na inovação e na perpetuação de histórias que nos definem. O mercado de arte, embora desafiador, oferece a possibilidade de construir um portfólio com baixa correlação a ativos tradicionais, o que para mim é um ponto super positivo em termos de diversificação.

Além da Bilheteria: O Impacto Social e Econômico

E não é só o “glamour” que conta. O que me seduziu de verdade foi a chance de fazer a diferença. Investir em teatro, dança, circo ou música vai muito além dos ingressos vendidos.

Cada projeto cultural impulsiona uma cadeia de atividades econômicas gigantesca: técnicos, produtores, figurinistas, músicos, atores, pessoal de logística, e por aí vai.

É uma verdadeira usina de empregos e renda! Em Portugal, por exemplo, o governo tem incentivado o mecenato cultural, com novas regras que facilitam a participação de empresas e indivíduos.

No Brasil, a Lei Rouanet, para citar um exemplo famoso, mostra que cada 1 real investido por meio dela pode retornar até 1,59 real para a economia. Isso é um impacto real, tangível, que transforma comunidades, democratiza o acesso à cultura e fortalece a identidade de um povo.

Eu vejo isso como um círculo virtuoso onde meu investimento não só me traz um possível retorno financeiro, mas também contribui para um bem maior.

Mergulhando no Mercado: Onde Está o Dinheiro?

Leis de Incentivo e Mecenato Cultural: O Grande Aliado

Olha, pessoal, se tem uma coisa que aprendi nesse mundo dos investimentos culturais é que não estamos sozinhos. Existem diversos mecanismos que facilitam e incentivam a nossa participação.

Em Portugal, por exemplo, o Mecenato Cultural oferece incentivos fiscais significativos para quem apoia as artes, e em 2021, novas regras foram aprovadas para tornar ainda mais acessível para entidades privadas com fins lucrativos receberem doações.

Isso significa que empresas de organização de festivais, galerias, ou até editoras podem ser elegíveis para receber apoios. É uma oportunidade de ouro para nós, investidores, e para as empresas que querem associar sua marca a projetos de valor.

Recentemente, em 2024, houve uma proposta de lei para criar um novo enquadramento legal para esses incentivos, o que demonstra um movimento contínuo de valorização do setor.

No Brasil, a Lei Rouanet é um exemplo clássico e super eficaz, permitindo que pessoas físicas e jurídicas direcionem parte do Imposto de Renda devido para projetos culturais, abatendo até 6% e 4%, respectivamente.

Outros estados e municípios também têm suas próprias leis, como o ProAC em São Paulo, que impulsiona a produção cultural local.

Crowdfunding e Outras Fontes Criativas de Financiamento

Mas não pense que as leis de incentivo são o único caminho! O mundo digital abriu um leque de possibilidades incríveis. Já ouviu falar em crowdfunding?

Plataformas como Kickstarter ou Verkami são ótimas para projetos artísticos, permitindo que vários pequenos investidores contribuam e viabilizem uma ideia.

Eu adoro essa modalidade porque ela democratiza o investimento e conecta diretamente o criador com o público que acredita no seu trabalho. Além disso, existem os patrocínios privados diretos, editais públicos (que demandam mais burocracia, mas são uma excelente fonte), e até o uso de recursos próprios para iniciar um projeto e atrair outros financiadores.

É um mosaico de opções, e o segredo está em conhecer cada uma delas e entender qual se encaixa melhor no perfil do projeto e no seu perfil como investidor.

O importante é saber que a captação de recursos para a cultura pode ser desafiadora, mas com planejamento e conhecimento, é totalmente possível.

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Estratégias de Sucesso: Como Escolher Onde Colocar Sua Paixão (e Capital!)

Analisando o Potencial Artístico e o Retorno

Quando decido investir, não é só a emoção que fala mais alto, a razão tem que entrar em campo também! A primeira coisa que olho é a qualidade artística do projeto.

Um bom espetáculo, uma dança inovadora, um concerto que emociona… isso já é meio caminho andado. Mas, para além da qualidade intrínseca, é fundamental analisar o potencial de retorno.

Não estou falando apenas de dinheiro, viu? Estou falando do retorno cultural, do impacto na comunidade, da visibilidade que o projeto pode gerar. Eu, por exemplo, sempre procuro projetos com propostas que me tocam, mas que também tenham uma equipe de produção experiente, um plano de marketing claro e um público-alvo bem definido.

É como investir em uma startup, você aposta na ideia, mas também na equipe por trás dela. A arte performática, por sua natureza efêmera, pode não ter um retorno financeiro imediato como a venda de um quadro, mas o valor da experiência e o legado cultural são imensuráveis.

E, acredite, isso também se traduz em valor de marca e reconhecimento a longo prazo.

Parcerias Estratégicas e o Papel da Curadoria

Uma dica de ouro que posso dar é: procure parcerias estratégicas! Produtoras culturais sérias e experientes, instituições renomadas, e até mesmo um bom curador podem fazer toda a diferença.

Eles têm o conhecimento do mercado, a rede de contatos e a expertise para identificar projetos promissores e gerenciar os riscos. Eu, por exemplo, já me beneficiei muito de consultorias especializadas que me ajudaram a entender melhor onde alocar meus recursos.

Em Portugal, a DGARTES, por exemplo, coordena e executa políticas de apoio às artes, incentivando a criação e a difusão artística. Buscar orientação com quem entende do riscado é crucial para evitar armadilhas e garantir que seu investimento seja ético e seguro.

O mercado de arte, embora promissor, exige transparência e boas práticas de governança. O importante é entender que o sucesso não vem do acaso, mas de um planejamento cuidadoso e de escolhas bem fundamentadas.

Desafios e Recompensas: A Realidade por Trás dos Bastidores

Navegando pelos Riscos e Incertezas do Setor

A verdade é que, como em todo investimento, existem desafios. No setor das artes performáticas, a incerteza pode ser um fator considerável. Diferente do mercado financeiro tradicional, o valor de uma obra de arte ou de um espetáculo não é facilmente mensurável por critérios objetivos.

Ele é influenciado pela trajetória do artista, pela reputação da produção e até mesmo pela recepção da crítica e do público. Já vi muitos projetos maravilhosos que, por falta de visibilidade ou de uma boa estratégia de comunicação, não alcançaram o sucesso esperado.

Há o risco de mercado, onde a demanda pode ser menor, e o risco de liquidez, pois vender uma participação em um projeto artístico pode levar mais tempo do que vender ações.

Mas, para mim, esses riscos são parte do jogo. É a emoção de apostar em algo que pode não só trazer um retorno financeiro, mas, acima de tudo, um retorno cultural e pessoal muito gratificante.

Minha experiência me diz que a paixão pelo mercado e pela arte em si é fundamental para lidar com essas dificuldades.

As Recompensas Inesperadas de Apoiar a Cultura

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Mas, gente, as recompensas… ah, as recompensas são muito mais do que se pode imaginar! Além do potencial de valorização do investimento – que, sim, existe, e é real –, há um senso de propósito que é indescritível.

Ver um espetáculo que você ajudou a viabilizar lotado, ouvir os aplausos da plateia, saber que artistas talentosos tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho graças ao seu apoio… isso não tem preço.

Eu me sinto parte de algo maior, contribuindo para a vitalidade cultural do meu país e até do mundo lusófono. É uma forma de construir legado, de deixar uma marca positiva na sociedade.

Além disso, empresas que investem em cultura com impacto social não apenas beneficiam comunidades, mas também fortalecem sua imagem institucional, promovendo inclusão e educação.

O reconhecimento social e a satisfação pessoal de fomentar a criatividade e a expressão humana são, para mim, as maiores recompensas desse tipo de investimento.

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A Alquimia da Rentabilidade: Transformando Cultura em Lucros

Modelos de Negócio Sustentáveis na Arte Performática

Para que um investimento em arte performática seja realmente rentável, precisamos pensar em modelos de negócio que vão além da bilheteria. Sim, a venda de ingressos é importante, mas não é a única fonte de receita.

Eu sempre busco projetos que tenham múltiplas frentes de monetização, como direitos de exibição, turnês nacionais e internacionais, venda de merchandising, workshops e até mesmo adaptações para outras mídias.

Pensem no potencial de uma peça de teatro que pode virar um filme, ou um grupo de dança que pode se apresentar em eventos corporativos. A inovação é chave aqui!

Acredito que a sustentabilidade de um projeto cultural depende muito da criatividade em explorar todas essas possibilidades. As leis de incentivo, tanto no Brasil quanto em Portugal, podem ser um catalisador para a profissionalização desses modelos, garantindo que o ciclo de produção e retorno seja contínuo.

O Poder da Economia Criativa e o Multiplicador Cultural

Eu fico impressionada em como a economia criativa é poderosa! O investimento em cultura não é um “gasto”, é um verdadeiro catalisador econômico. Estudos mostram que cada 1 real investido em cultura pode gerar um retorno significativo.

No Brasil, por exemplo, a Lei Paulo Gustavo, que é um grande investimento direto no setor cultural, mostrou que cada 1 real investido gerou 6,51 reais na economia do estado do Rio de Janeiro.

Isso porque a cultura impulsiona diversos setores: turismo, alimentação, transporte, tecnologia… É um verdadeiro ecossistema.

Tipo de Investimento Cultural Potencial de Retorno Financeiro Impacto Social e Cultural
Incentivo Fiscal (Ex: Lei Rouanet, Mecenato Cultural) Dedução de impostos, visibilidade da marca, possível retorno via bilheteria/vendas. Democratização do acesso, fomento à produção artística, geração de empregos.
Crowdfunding Retorno via participação nos lucros do projeto ou recompensas exclusivas. Engajamento da comunidade, viabilização de projetos inovadores.
Patrocínio Direto Fortalecimento da imagem da marca, associação a valores culturais. Apoio direto a artistas e produções, desenvolvimento local.

Essa tabela é um resumo visual que eu mesma uso para me guiar. Ela nos lembra que o investimento em cultura tem um lado financeiro palpável e um lado de impacto que é igualmente valioso.

Para mim, a verdadeira “alquimia” é essa capacidade de transformar paixão e capital em algo que enriquece a todos.

Construindo Legados: O Impacto Social do Seu Investimento

Cultura como Pilar do Desenvolvimento Comunitário

Gente, para fechar, quero falar sobre algo que me toca profundamente: o impacto do nosso investimento nas comunidades. Eu já vi de perto como um projeto cultural bem-sucedido pode ser um verdadeiro motor de transformação social.

Não é só sobre aplausos ou obras de arte; é sobre educação, inclusão, e dar voz a quem precisa. A arte performática, em particular, tem uma capacidade única de envolver as pessoas, de criar um senso de pertencimento e de oferecer novas perspectivas.

É como se cada espetáculo, cada apresentação, plantasse uma semente de esperança e criatividade em quem assiste e em quem participa. Em muitos lugares, projetos culturais são ferramentas essenciais para o desenvolvimento socioeconômico, fortalecendo laços comunitários e estimulando a criatividade e o pensamento crítico.

É muito mais do que apenas um retorno sobre o investimento, é um legado que fica para as futuras gerações.

O Papel do Investidor na Sustentabilidade Artística

E qual é o nosso papel nisso tudo, como investidores? Eu acredito que somos co-criadores. Não apenas injetamos capital, mas também oferecemos apoio, visibilidade e, muitas vezes, um direcionamento estratégico.

Ao escolhermos projetos com potencial de impacto social, estamos contribuindo ativamente para a sustentabilidade do ecossistema artístico. Estamos garantindo que mais pessoas tenham acesso à cultura, que artistas talentosos possam continuar criando e que a nossa identidade cultural seja preservada e celebrada.

É um compromisso que vai além dos números na planilha. É um compromisso com o futuro, com a beleza e com a capacidade transformadora da arte. E, na minha humilde opinião, não há investimento mais gratificante do que aquele que nos permite fazer parte de algo tão grandioso.

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Para Concluir

Chegamos ao fim da nossa jornada sobre o fascinante mundo dos investimentos em arte performática. Eu espero, de verdade, que essa conversa tenha aberto seus olhos para as inúmeras possibilidades que o palco e suas ramificações oferecem. Pessoalmente, mergulhar nesse universo tem sido uma das experiências mais enriquecedoras da minha vida. Não é apenas uma questão de números ou de buscar um retorno financeiro – embora ele exista e seja atraente –, mas sim de conectar-se com a alma de uma nação, de impulsionar talentos e de ser parte ativa da construção de um legado cultural que nos orgulha. É um investimento que alimenta a criatividade, promove a inclusão e, no fundo, nos lembra do valor inestimável da expressão humana. Acreditem, sentir essa contribuição é algo que dinheiro nenhum compra.

Informações Úteis que Você Precisa Saber

1. Entenda os Incentivos Fiscais Locais: Pesquise profundamente as leis de mecenato cultural em Portugal (Mecenato Cultural) e as leis de incentivo no Brasil (como a Lei Rouanet ou ProAC em São Paulo). Cada país e até mesmo cada região pode ter suas particularidades e benefícios fiscais que tornam o investimento ainda mais interessante e acessível para você ou sua empresa. Conhecer essas nuances é o primeiro passo para maximizar seu impacto e seu retorno.

2. Diversifique Seu Portfólio Cultural: Não coloque todos os ovos na mesma cesta! Assim como nos investimentos tradicionais, a diversificação é chave no mundo da arte performática. Explore diferentes formas de arte – teatro, dança, música, circo – e considere projetos com diferentes níveis de risco e potencial de retorno. Essa estratégia não só protege seu capital, mas também expande sua experiência e seu conhecimento sobre o vasto universo cultural.

3. Busque Mentoria e Parcerias Estratégicas: O mercado cultural pode ser complexo, e ter ao seu lado pessoas experientes faz toda a diferença. Procure consultorias especializadas em investimento cultural, converse com produtores e curadores renomados. Parcerias com instituições sérias e com um bom histórico de gestão de projetos podem oferecer a segurança e o suporte que você precisa para tomar decisões mais assertivas.

4. Analise a Equipe por Trás do Projeto: Antes de investir, olhe para as pessoas. Uma equipe de produção competente, com experiência comprovada e uma visão clara para o projeto, é um dos maiores indicadores de sucesso. A paixão e o talento dos artistas são essenciais, claro, mas a capacidade de gestão, a organização e o plano de comunicação são igualmente cruciais para que o espetáculo ou a obra performática alcance seu público e seus objetivos.

5. Considere o Impacto Social e o Legado: Vá além do retorno financeiro. Pense no legado que seu investimento pode construir. Projetos que promovem a inclusão social, a educação através da arte ou a preservação da cultura local tendem a ter um impacto mais duradouro e um reconhecimento maior. Para mim, essa é a verdadeira beleza de investir em arte: a capacidade de transformar vidas e deixar uma marca positiva na sociedade, algo que se reflete na satisfação pessoal e na valorização da sua contribuição.

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Pontos Chave para Lembrar

Em resumo, o investimento em arte performática é um caminho de dupla recompensa. Ele oferece o potencial de valorização do capital, muitas vezes impulsionado por incentivos fiscais e modelos de negócio criativos, mas, mais importante, ele nos conecta a um propósito maior. Lembram-se do que conversamos? Que o impacto social e econômico desses projetos vai muito além da bilheteria? Que você não está apenas investindo em um espetáculo, mas em uma cadeia de valor que gera empregos, fortalece a identidade cultural e transforma comunidades? É sobre a emoção de ver um sonho artístico se materializar, o orgulho de contribuir para a cultura e a alegria de saber que seu apoio faz a diferença. A chave está em pesquisar, diversificar e buscar parcerias confiáveis, sempre com um olhar atento tanto para o potencial artístico quanto para a sustentabilidade do projeto. Afinal, a arte é um tesouro que, quando bem cuidado, nos recompensa de maneiras que vão muito além do monetário.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: Como posso começar a investir em arte performática, já que parece um campo tão nichado e talvez difícil de acessar para quem está começando?

R: Ah, essa é uma pergunta ótima e super comum! Confesso que, no início, eu também me senti um pouco intimidada, achando que era um mundo fechado, sabe? Mas, o que eu percebi é que começar a investir em arte performática é mais acessível do que parece, e o segredo está em entender os caminhos.
Primeiro, eu diria para você explorar as leis de incentivo cultural. Aqui no Brasil, temos a famosa Lei Rouanet, que é federal e permite que empresas e até pessoas físicas destinem parte do Imposto de Renda para apoiar projetos culturais, incluindo as artes cênicas.
Vários estados e municípios também têm suas próprias leis, oferecendo abatimentos fiscais no ICMS ou isenção de parte do ISS, dependendo do local. É um super incentivo!
Eu mesma já vi projetos incríveis ganharem vida por causa disso. Outra via que tem ganhado um destaque enorme e que eu adoro é o crowdfunding, ou financiamento coletivo.
Plataformas como Catarse e Benfeitoria no Brasil, ou PPL em Portugal, são excelentes para projetos culturais. Eu acho que é uma forma fantástica de não só investir, mas de se sentir parte da comunidade artística.
Você apoia diretamente os artistas, e muitas vezes recebe recompensas exclusivas – uma verdadeira troca de valor, não é? A diluição da participação torna o investimento mais acessível para todo mundo.
Além disso, fique de olho em programas de apoio governamentais. Em Portugal, por exemplo, a Direção-Geral das Artes (DGARTES) coordena políticas de apoio e financia projetos em artes visuais e performativas.
Eles têm programas que visam a sustentabilidade e o desenvolvimento do setor. O programa “Garantir Cultura”, lançado em Portugal, é um exemplo recente que ofereceu apoios a fundo perdido para empresas e entidades artísticas, incluindo as artes performativas.
No Brasil, temos também o Fundo Nacional de Cultura (FNC), que apoia projetos que não seriam atrativos ao mercado. Minha dica de ouro, baseada na minha experiência, é começar pequeno, explorando esses mecanismos.
Participe de eventos locais, converse com artistas e produtores. Quanto mais você se envolve, mais oportunidades aparecem!

P: Quais são os riscos de investir em arte performática e como posso minimizá-los?

R: Olha, como em qualquer investimento, existem riscos, sim. Quem te disser o contrário, desconfie! No mundo da arte performática, talvez eles sejam um pouco diferentes dos investimentos mais tradicionais.
O principal que eu vejo é o caráter efêmero da performance. Um espetáculo acontece, e depois ele se vai, o que pode tornar a “venda” da “obra” em si mais desafiadora no sentido tradicional de revenda de um ativo físico.
Além disso, a rentabilidade nem sempre é o foco principal. Muitos projetos culturais são desenvolvidos com um forte impacto social, educativo e de valorização da identidade, o que nem sempre se traduz em um retorno financeiro direto e rápido.
Houve estudos que mostraram que, para cada R$ 1 investido em arte e cultura no Brasil, pode-se gerar até R$ 13 na economia, ou R$ 1,59 de retorno para cada R$ 1 investido via Lei Rouanet.
Isso é incrível para a sociedade e para a economia, mas o investidor individual precisa entender onde seu “retorno” se encaixa. Para minimizar esses riscos, a primeira coisa que eu faço é diversificar.
Nunca coloque todos os ovos na mesma cesta, certo? Apoie diferentes tipos de projetos, em diferentes fases de desenvolvimento e com diferentes modelos de retorno.
Pense em crowdfunding para projetos menores e mais nichados que você se conecta emocionalmente, e talvez patrocínios via leis de incentivo para projetos maiores com potencial de visibilidade ou impacto mais amplo.
Outro ponto crucial é a pesquisa detalhada sobre os proponentes e o projeto. Quem está por trás? Qual o histórico deles?
Eles têm um plano de execução claro, um bom planejamento financeiro e uma estratégia de comunicação robusta? Eu sempre procuro por transparência e por uma equipe apaixonada e competente.
Acredite, a paixão e a expertise fazem toda a diferença! E, claro, acompanhe de perto. Não é só colocar o dinheiro e esquecer.
Se você se torna um “investidor” ou “apoiador”, procure estar envolvido, dentro do possível. Vá aos espetáculos, veja o impacto social, entenda o processo.
Essa proximidade te dá uma segurança maior e, para ser sincera, é onde a magia acontece e onde o “retorno” emocional é gigantesco. É uma forma de sentir que você está realmente fazendo a diferença, e isso, para mim, vale muito mais que um retorno financeiro puro e simples.

P: Qual o papel do investidor individual na promoção e sustentabilidade da arte performática, e como esse investimento pode gerar valor além do financeiro?

R: Ah, essa pergunta me toca profundamente, porque é aí que a gente percebe o verdadeiro poder da nossa contribuição! O papel do investidor individual na arte performática vai muito além de simplesmente injetar dinheiro; é sobre ser um catalisador de sonhos e um agente de transformação social.
Pelo que eu vi e vivi, a cultura não é um “produto” isolado, é um patrimônio coletivo que se constrói e se renova a cada geração. Quando você investe em arte performática, você está diretamente contribuindo para a vitalidade do setor.
Está permitindo que artistas talentosos continuem criando, que companhias de teatro levem suas histórias aos palcos, que espetáculos de dança emocionem o público.
Em Portugal, o investimento na cultura tem sido reforçado, com o governo reconhecendo seu papel na identificação nacional e no desenvolvimento da sociedade.
No Brasil, a cultura é crucial para o crescimento econômico, a preservação da identidade nacional e a formação cidadã. Os valores que esse investimento gera são imensos e, na minha opinião, superam qualquer retorno financeiro puro.
Primeiro, você está enriquecendo a sociedade. A arte nos faz pensar, questionar, sentir. Ela é um espelho da nossa alma e uma janela para outras realidades.
Pensa comigo: quantas vezes um espetáculo te fez refletir, rir ou chorar de emoção? É uma experiência única, e você se torna parte disso. É uma sensação indescritível!
Em segundo lugar, há um impacto social profundo. Projetos de arte performática muitas vezes envolvem comunidades, oferecem workshops, levam a arte para lugares onde ela dificilmente chegaria.
Eu já vi projetos teatrais que afastam jovens de situações de risco, que promovem a inclusão e que dão voz a grupos marginalizados. É uma responsabilidade social que empresas e indivíduos podem abraçar, e eu sinto que, ao fazer isso, você não só apoia a cultura, mas também fortalece laços comunitários e contribui para uma sociedade mais justa e criativa.
E por último, mas não menos importante, você se beneficia de uma realização pessoal que dinheiro nenhum compra. Ter a chance de ver um projeto que você apoiou se materializar, de ver o brilho nos olhos dos artistas e do público, é algo que eu considero um privilégio.
É a certeza de que você está contribuindo para algo maior, para a beleza e para a alma de um país. Então, para mim, investir em arte performática é investir em um futuro mais humano e vibrante.
Não é só sobre números, é sobre corações. E isso, meus amigos, é o melhor retorno que a vida pode nos dar.